The National Interest: Próximas eleições do Brasil podem colocá-lo no caminho da instabilidade social

O ex-presidente brasileiro Luiz Inácio Lula da Silva participa de um comício em São Leopoldo, Estado do Rio Grande do Sul, Brasil 23 de março de 2018. REUTERS / Diego Vara

As políticas populistas-esquerdistas dos ex-presidentes Luiz Inácio “Lula” da Silva e Dilma Rousseff lançaram o Brasil no que hoje é uma trajetória econômica declinante de uma década.

Esses dois socialistas estão fora do poder desde 2016, mas a economia do país continua a se debater. Sua pontuação no Índice Anual de Liberdade Econômica da Heritage Foundation caiu novamente neste ano, refletindo uma deterioração significativa da saúde fiscal do Brasil – agravada pela diminuição da liberdade de trabalho, liberdade de negócios, gastos do governo e integridade do governo.

Ao mesmo tempo, a política brasileira e as instituições sociais se tornaram cada vez mais instáveis.

Apesar de tudo isso, a Reuters informa que uma pesquisa recente indica que Lula poderia facilmente ganhar outro mandato como presidente nas eleições presidenciais de outubro.

Os brasileiros seriam aconselhados a pensar duas vezes antes de votar para voltar ao que poderia ser chamado de “Lula-ismo”. Para entender por que, tudo o que eles precisam é olhar para o seu grande vizinho ao sul.

Quando se trata de dano econômico auto-imposto pelo populismo esquerdista, o histórico da Argentina é ainda mais longo e mais sombrio do que o do Brasil.

O coronel argentino Juan Domingo Perón tomou o poder em um golpe militar de 1943 e garantiu a ratificação de sua ditadura militar por uma pequena margem em uma eleição presidencial de 1946. Ele então rapidamente embarcou na construção de um estado de bem-estar social para comprar a futura lealdade dos eleitores. Durante a maior parte das sete décadas subsequentes, a máquina política brutalmente eficaz que ele construiu governou de fato a Argentina.

O registro do peronismo é uma das indústrias nacionalizadas, empresas estatais ineficientes e corruptas, políticas de industrialização inspiradas na substituição de importações marxistas e o monopólio do governo no controle das exportações e as receitas em moeda forte que trouxeram para o país. Ao longo do caminho, Perón encarcerou oponentes políticos e censurou os críticos da mídia.

O falecido presidente Nestor Kirchner e sua esposa Cristina estabeleceram sua própria marca de peronismo – o Kirchnerismo – durante seus doze anos no poder, que terminou em 2015. Como Mary O’Grady, do Wall Street Journal, relatou, o kirchnerismo não se mostrou melhor do que o peronismo. Deixou a Argentina falida, institucional e financeiramente. Os Kirchners prenderam oponentes políticos, confiscaram a propriedade privada, nacionalizaram negócios, criticaram os meios de comunicação, fomentaram as ruas, falsificaram estatísticas do governo e destruíram a independência do banco central. O Kirchnerismo inchava o governo e deixava a economia em frangalhos.

Felizmente para o Brasil, a situação política não se deteriorou na mesma medida. Os brasileiros mudaram de volta para a democracia baseada no mercado quando aprenderam da maneira mais difícil (através dos crashes econômicos e orçamentários de 2016 que levaram ao impeachment de Dilma) que o governo não podia manter hábitos perdulários baseados no clientelismo para sempre.

Muitos temem, no entanto, que se Lula conseguir reconquistar a presidência, ele colocará o Brasil de volta no caminho para a versão brasileira do populismo Kirchnerismo (que se traduz em “Lula-ismo” ) que já existia antes da remoção de Dilma. do escritório.

Até agora, o retorno político planejado de Lula atingiu um obstáculo após o outro . No ano passado, ele foi condenado por acusações de corrupção. No início deste ano, um tribunal de apelações confirmou essa condenação, o que significa que Lula não pode legalmente assumir o cargo como presidente, mesmo se vencer a eleição.

Enquanto isso, think tanks de livre mercado no Brasil, como o Instituto Monte Castelo em Brasília, estão trabalhando para convencer os brasileiros dos benefícios de mais liberdade econômica para o país. As eleições gerais de 2018 proporcionarão a esses eleitores uma excelente oportunidade de enviar essa mensagem ao establishment político do país.

James M. Roberts é pesquisador em Liberdade Econômica e Crescimento no Centro para o Comércio Internacional e Economia, do Instituto Shelby e Cullum Davis de Segurança Nacional e Política Externa da The Heritage Foundation.

Imagem: O ex-presidente brasileiro Luiz Inácio Lula da Silva participa de um comício em São Leopoldo, Estado do Rio Grande do Sul, Brasil 23 de março de 2018. REUTERS / Diego Vara.

Nota da Redação:

Mas quanta besteira e desinformação desse estudioso, lá não sei de onde, de não sei o quê!
Ficamos em dúvida se é falta de informação ou distorção intencional dos fatos, mesmo!
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Publicado por em mar 29 2018. Arquivado em TÓPICO II. Você pode acompanhar quaisquer respostas a esta entrada através do RSS 2.0. Você pode deixar uma resposta, ou trackbacks a esta entrada

1 Comentário para “The National Interest: Próximas eleições do Brasil podem colocá-lo no caminho da instabilidade social”

  1. Sidnei

    Besteira atrás de besteira.
    Só que é estrangeiro, portanto representa os interesses de quem está roubando nosso país.
    Duro é ouvir brasileiro falar o mesmo amontoado de bobagens…

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