Países do G7 querem o fim do apoio da Rússia ao regime de Assad

Os ministros de Relações Exteriores dos países que integram o grupo do G7 estão determinados a enviar “uma mensagem clara e coordenada” para a Rússia a respeito do apoio do Kremlin ao regime de Bashar Assad.

Esta foi uma das definições no encontro desta segunda-feira entre os representantes de Estados Unidos, Grã-Bretanha, Canadá, França, Alemanha, Itália e Japão na cidade italiana de Lucca, na região da Toscana.

“É o momento para [o presidente russo] Vladimir Putin encarar a verdade sobre o tirano que ele está apoiando”, declarou o ministro britânico Boris Johnson, em declarações reproduzidas pela agência AFP. Ele definiu a relação entre os russos e o governo Asssad como “tóxica”.

O encontro de dois dias na Itália trataria de assuntos relativos à Líbia, Ucrânia e Irã, mas o ataque aéreo ordenado pelo presidente dos Estados Unidos Donald Trump e a sua suposta motivação – o ataque com armas químicas perpetrado na província síria de Idlib, há uma semana – devem dominar os debates.

“Precisamos deixar claro ao Putin que o tempo para apoiar Assad acabou”, continuou Johnson. O britânico disse acreditar também que a manutenção do apoio do Kremlin ao governo sírio está “prejudicando a Rússia”. Por fim, Johnson pediu que os russos trabalhem em conjunto com a comunidade internacional para resolver o conflito na Síria, impedindo novos eventos que envolvam armas químicas.

Representando os Estados Unidos no encontro, Rex Tillerson disse que iria “entregar uma mensagem clara e coordenada aos russos”, em referência ao encontro que terá nesta terça-feira com o ministro de Relações Exteriores russo Sergei Lavrov, em Moscou.

A expectativa do G7 é que o encontro entre Tillerson e Lavrov possa apontar para uma saída política, com a indicação de uma transição, a fim de pôr um fim à guerra civil que matou mais de 320 mil pessoas desde o seu início, em março de 2011.

“A luta contra o terrorismo não pode ser efetiva se não a ligarmos com uma solução para a situação na Síria”, comentou o ministro francês Jean-Marc Ayrault.

Sputnik


Nota da Redação:

Mas é muita babaquice desses lacaios dos EUA, para mostrar serviço a Trump…

Imagino a cara de preocupação de Putin !

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Publicado por em abr 10 2017. Arquivado em 3. Você pode acompanhar quaisquer respostas a esta entrada através do RSS 2.0. Você pode deixar uma resposta, ou trackbacks a esta entrada

1 Comentário para “Países do G7 querem o fim do apoio da Rússia ao regime de Assad”

  1. enganado

    Fico impressionado como si obedecem aos USraHell, a exemplo aqui do PUTEIRO / CLOACA (PHA) / POCILGA / RENDEZ-VOUS / GALINHEIRO . . . = braZiUSA aos maiores vagabundos da Humanidade que se tem notícia: ANGLO_SIONISTAS. As Pessoas/Governos/Entidades que se dignificam em falar em Paz . . . . , perdem o escrúpulo/equilíbrio/razão moral/escroto da vida/ … etc para baixar as calças para estes Facínoras. Engraçado, as vezes me pergunto, qdo isto acabará???? RÚSSIA, CHINA, IRÃ, SÍRIA, … pelo menos tentam se libertar deste jugo econômico, no fundo é boa esperança para a Humanidade. Bom! Não podemos incluir o __braZiUSA__ porque se isto acontecer a IV Frota desembarca no dia seguinte, com auxílio das “””TROPAS de OCUPAÇÃO=forças armadas ANGLO_SIONISTAS estacionadas nas terras do BRASIL, desde 22.abr.1500″””, matará todos aqueles que até pronunciarem Patriotismo / Soberania / Liberdade / Democracia / ….etc.

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