O que diz o documento assinado por Kim e Trump

EUA e Coreia do Norte se comprometem a avançar na desnuclearização da Península Coreana, mas não fornecem detalhes

SAUL LOEB / AFP
Acordo

O texto não fornece detalhes sobre as medidas a serem adotadas

O texto, porém, não fornece detalhes sobre as medidas a serem adotadas, como a desnuclearização da Península Coreana, e as garantias de segurança prometidas por Washington a Pyongyang.

No documento, os dois líderes expressaram a intenção de “estabelecer novas relações EUA-RPDC (República Popular Democrática da Coreia, nome oficial do país) e construir uma paz duradoura na Península Coreana.

“O presidente Trump se comprometeu a dar garantias de segurança à RPDC e o presidente Kim Jong-un reafirmou seu comprometimento firme e inabalável com a completa desnuclearização da Península Coreana”, diz a carta.

Ambos os países, prossegue o texto, “contribuirão para a paz e prosperidade na Península Coreana e no mundo, reconhecendo que a construção da confiança mútua é capaz de promover a desnuclearização”.

A declaração final do encontro delineia os quatro pontos fundamentais do entendimento. Eles incluem o estabelecimento das novas relações “em concordância com o desejo de paz e prosperidade dos povos de ambos os países”, além de prometer esforços conjuntos para “construir um regime de paz robusto e duradouro” na região.

No texto, Pyongyang reafirma o compromisso assumido na Declaração de Panmunjom, no dia 27 de abril, quando o país aceitou trabalhar para a desnuclearização, e se compromete a recuperar e repatriar os restos mortais de soldados americanos mortos durante a Guerra da Coreia, nos anos 1950.

Na declaração, os dois países reconhecem que o encontro foi um “evento histórico de grande significado, superando décadas de hostilidades” e sublinham o compromisso dos dois líderes em “implementar as estipulações desta declaração conjunta de modo completo e acelerado”.

Na conclusão do documento, os dois países se comprometem a “promover a paz, prosperidade e segurança na Península da Coreia e no mundo”.

DW


Nota da Redação:

Esse documento nada mais foi que uma estratégia de marketing para o louco varrido Trump. No documento não diz nada demais, apenas algumas intenções e àquelas condições que o louco disse que a Coreia do Norte cumpriria de enviar todas as armas nucleares aos EUA com condição de entendimento, foi por água abaixo e a mídia imperialista nem toca mais no assunto.

O gordinho, muito inteligente e bem assessorado por militares graduados da época de seu falecido pai, apenas fez o necessário ao mandar destruir alguns locais de testes nucleares, mas nenhuma bomba ou laboratório foi destruído.

A história e o triste fim de Kadhafi, não é segredo para ninguém!!

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Publicado por em jun 13 2018. Arquivado em TÓPICO I. Você pode acompanhar quaisquer respostas a esta entrada através do RSS 2.0. Você pode deixar uma resposta, ou trackbacks a esta entrada

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