Militares reforçam fronteira entre Venezuela e Brasil, diz deputado opositor 34 Em Caracas

O deputado opositor Angel Medina afirmou nesta sexta-feira (8) que o governo venezuelano reforçou a presença militar na fronteira com o Brasil, país que pode ser um centro de coleta de ajuda humanitária solicitada pelo Parlamento e que o presidente Nicolás Maduro se nega a aceitar. “Eles reforçaram a presença militar na fronteira com o Brasil.

Limitam o tráfego e realizam buscas detalhadas em veículos, buscando ajuda humanitária”, disse no Twitter, especificando que a presença militar foi reforçada na estrada de Santa Elena de Uairen, no estado venezuelano de Bolívar, no no estado venezuelano de Bolívar, no sul do país. VEJA TAMBÉM Juan Guaidó não descarta autorizar intervenção dos EUA na Venezuela Maduro afirma que eleger novo parlamento traria estabilidade à Venezuela Maduro assegura que impedirá o ‘show’ da ajuda humanitária Em meio à crise venezuelana e que ocasionou a escassez de medicamentos e alimentos, o Parlamento venezuelano, presidido pelo opositor Juan Guaidó, solicitou ajuda humanitária no mês passado.

O líder opositor – que se autoproclamou presidente encarregado da Venezuela por considerar que Maduro “usurpa” o poder ao vencer as eleições classificadas de “fraudulentas”- anunciou na semana passada que Cúcuta (Colômbia), Brasil e uma ilha do Caribe seriam os centros de coleta para esta ajuda. Após esse anúncio, na última quarta-feira, o governo de Porto Rico enviou um carregamento de ajuda humanitária à Venezuela.

Nesse mesmo dia, o deputado Franklyn Duarte fez uma queixa semelhante a Medina, mas no estado de Táchira, na fronteira com a Colômbia, para garantir que houvesse um bloqueio na ponte Tienditas, uma infraestrutura sem inauguração que liga Cúcuta com a cidade venezuelana de Ureña e para o qual a entrada da ajuda foi antecipada.

Mas hoje, o governo venezuelano disse que os obstáculos nessa ponte não são novos ao lembrar que a infraestrutura não foi inaugurada, enquanto Maduro reiterou sua recusa em aceitar a ajuda humanitária por considerá-la “esmola” e “humilhação”.

EFE


 

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Publicado por em fev 9 2019. Arquivado em TÓPICO IV. Você pode acompanhar quaisquer respostas a esta entrada através do RSS 2.0. Você pode deixar uma resposta, ou trackbacks a esta entrada

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