Mídia ocidental: submarino russo Knyaz Vladimir pode reduzir inimigo a cinzas

Em novembro de 2017 o novo submarino russo Knyaz Vladimir vais ser lançado à água. O submarino vai carregar ainda maior número de mísseis e poderá reduzir os inimigos a cinzas, informa a rede de televisão norueguesa TV 2 NORGE.

Nos últimos tempos registra-se um aumento da atividade dos submarinos russos e a OTAN enfrenta problemas em monitorá-los, aponta a matéria, citada pelo RT.

A Rússia continua se militarizando e já em novembro o submarino Knyaz Vladimir vai ser lançado à água do estaleiro de Sevmash, informa o canal TV2 NORGE. Os submarinos nucleares da classe Borei, de 170 metros de comprimento, estão no centro da “estratégia de dissuasão nuclear russa” e a nova versão destas embarcações pode carregar um maior número de mísseis do que as versões anteriores, aponta o artigo.

Submarino nuclear russo Dmitry Donskoi na Dinamarca

De acordo com analistas noruegueses citados, o submarino pode ser dotado de 20 mísseis intercontinentais Bulava, enquanto os 3 submarinos da mesma classe Borei que já estão em serviço são equipados com apenas 16 mísseis nucleares.O Knyaz Vladimir é o primeiro submarino da classe Borei que foi construído para ser ainda mais silencioso e invisível. Afirma-se que o seu desenvolvimento foi iniciado secretamente ainda na época de Gorbachev e que ele “pode reduzir os inimigos a cinzas”.

De acordo com o Instituto de Pesquisas das Forças Armadas da Noruega, nas últimas décadas a Rússia gastou grandes recursos para modernizar as suas forças nucleares. Cerca de 60% de todas as ogivas nucleares marítimas estão hoje em dia na península de Kola (território no Extremo Norte da Rússia).

Os submarinos russos realizam regularmente treinamentos e navegam no mar de Barents e nas aguas vizinhas, indica o artigo. Nos últimos anos registra-se um reforço ativo da atividade dos submarinos russos na parte norte do Atlântico, declarou em outubro o ministro da Defesa da Grã-Bretanha.

Submarino russo Krasnodar da classe Varshavyanka

Entretanto, a OTAN enfrenta determinados problemas em monitorar os submarinos russos, comunicou um ex-comandante do submarino Jacob Borresen.

“A Aliança Atlântica incluiu a capacidade de monitorá-los na lista de prioridades. Por isso, os submarinos britânicos e norte-americanos regressaram ao mar da Noruega”, comentou Jacob Borresen.

A Rússia efetuou vários lançamentos de mísseis balísticos durante os testes recentes. Um míssil foi lançado a partir de um submarino da Frota do Norte no mar de Barents. Em setembro do ano em curso, durante as manobras de grande escala Zapad, também foram efetuados lançamentos de mísseis a partir de submarinos no mar de Barents.


 

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Publicado por em nov 8 2017. Arquivado em 3. Você pode acompanhar quaisquer respostas a esta entrada através do RSS 2.0. Você pode deixar uma resposta, ou trackbacks a esta entrada

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