Maduro diz que EUA planejam invadir Venezuela, país ‘sem medo de combate’

O deputado norte-americano Ilhan Omar (D-MN) (L) conversa com a presidente da Câmara dos Deputados Nancy Pelosi (D-CA) durante uma manifestação com outros democratas antes de votar no HR 1, ou People Act, nos degraus orientais dos EUA. Capitólio em 8 de março de 2019 em Washington, DC.  (Foto AFP)

Uma foto divulgada pela Presidência venezuelana mostra o presidente da Venezuela, Nicolas Maduro (C), falando durante uma reunião com membros das Forças Armadas Nacionais da Bolívia (FANB), em Caracas, em 17 de fevereiro de 2020. (Via AFP)

O presidente venezuelano Nicolas Maduro diz que os Estados Unidos e alguns de seus aliados estão planejando invadir a Venezuela e que o país sul-americano “não tem medo de combate militar”.

Em um discurso televisionado na segunda-feira, Maduro disse que os EUA reuniram uma “força mercenária” para invadir a Venezuela.

“Nós não queremos guerra; nós não queremos violência; não queremos terrorismo, mas não temos medo de combate militar e vamos garantir a paz ”, afirmou o presidente venezuelano, cercado pelo alto comando das forças armadas.

Os EUA estão realizando uma campanha de pressão contra o governo de Maduro e instaram as forças armadas a se voltar contra ele. Washington tem apoiado a figura da oposição Juan Guaido em suas tentativas de derrubar o governo em Caracas, inclusive através de um golpe recente que fracassou.

A administração do presidente dos EUA, Donald Trump, também impôs várias rodadas de sanções contra o país rico em petróleo, com o objetivo de derrubar Maduro e substituí-lo por Guaido.

Guaido é considerado responsável por causar crise política na Venezuela quando se declarou unilateralmente “presidente interino” do país em janeiro do ano passado, rejeitando o resultado da eleição de maio de 2018, que Maduro havia vencido.

Maduro disse que havia grupos de “desertores” treinando na vizinha Colômbia para “entrar silenciosamente e atacar unidades militares”.

Ele disse que exercícios militares foram realizados no fim de semana em reação a ameaças de agressão orquestradas pelos EUA, Colômbia e Brasil.

As forças armadas da Venezuela e a milícia civil no sábado iniciaram exercícios militares de dois dias em todo o país, apelidados de Operação Escudo Bolivariano 2020. Segundo dados oficiais, cerca de 2,4 milhões de forças participaram dos exercícios.

Os exercícios foram conduzidos “com base em ameaças reais, não imaginadas”, disse o ministro da Defesa, Vladimir Padrino, que estava sentado ao lado de Maduro durante o discurso do presidente na segunda-feira.

Presstv


 

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Publicado por em fev 18 2020. Arquivado em TÓPICO I. Você pode acompanhar quaisquer respostas a esta entrada através do RSS 2.0. Você pode deixar uma resposta, ou trackbacks a esta entrada

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