Irã critica possível decisão de Trump em deixar acordo nuclear

 

 

“O acordo nuclear não irá desmoronar… Aqueles que esperam que Trump causará seu colapso estão errados”, disse o presidente do Irã, Hassan Rouhani, em discurso transmitido ao vivo pela TV estatal.

No dia 12 de dezembro, os Estados Unidos deixaram expirar o prazo de 60 dias sem aplicar novas sanções ao Irã, apesar das ameaças continuas de Trump. A decisão deixou o acordo internacional que congela o programa nuclear iraniano intacto por hora.

Em outubro, o presidente norte-americano recusou assinar um documento que certifica que o Irã cumpre as principais normas previstas pelo acordo assinado em 2015 pelos EUA e outros seis países. A decisão abriu uma janela de 60 dias durante a qual o Congresso poderia ter aplicado o regime de sanções que o acordo bloqueia – o que acabaria por enterrar o acordo.

Os líderes do Congresso não apresentaram qualquer plano para reintroduzir as sanções, diz a Reuters. Contudo, em janeiro Trump deverá decidir novamente se continua a certificar que o Irã cumpre o acordo nuclear, ou se acusa o Irã de não cumpri-lo, apesar de as outras nações que assinaram o documento não concordarem com as suspeitas de Trump e criticarem a ideia de por fim ao acordo; além disso, a fiscalização da Agência Internacional de Energia Atômica não apontou qualquer desvio do que doi combinado por parte do Irã.

Trump precisa decidir até o meio de janeiro se quer manter a suspensão das sanções contra o Irã ou se acusará o país, ignorando as criticas internacionais relativas ao abandono do acordo.

Portal Vermelho, com informações do Extra e Publico


 

Be Sociable, Share!

URL curta: http://navalbrasil.com/?p=257089

Publicado por em dez 20 2017. Arquivado em 1. Você pode acompanhar quaisquer respostas a esta entrada através do RSS 2.0. Você pode deixar uma resposta, ou trackbacks a esta entrada

Deixe uma Resposta

CLIQUE ACIMA PARA RECEBER COMENTÁRIOS POR E-MAIL. ATENÇÃO: AO COMENTAR, UTILIZE UM E-MAIL ÚTIL - COOPERE COM NOSSO TRABALHO.

CLIQUE SOBRE AS NOTÍCIAS