EUA apostam em guerra civil para invadir a Venezuela, diz ministro

 

Segundo o ministro, o plano norte-americano é usar a oposição e a elite local para desestabilizar o governo. Na imagem, um manifestante usa uma camiseta estampada com o rosto de Leopoldo Lopez, um dos principais porta-vozes contra MaduroSegundo o ministro, o plano norte-americano é usar a oposição e a elite local para desestabilizar o governo. Na imagem, um manifestante usa uma camiseta estampada com o rosto de Leopoldo Lopez, um dos principais porta-vozes contra Maduro

O ministro usou sua conta no Twitter para abordar o tema e disse que as sanções anunciadas por Donald Trump contra a Venezuela, além da suspensão do país do Mercosul e as manobras de ingerência promovidas pela OEA (Organização dos Estados Americanos), configuram este objetivo norte-americano.

“O impulso de uma guerra civil na Venezuela tem, entre seus artífices, Herber Mc Masters, assessor de Segurança Nacional do governo estadunidense, que confirmou recentemente o plano da CIA para coordenar ações com outras nações a fim de derrubar o presidente venezuelano Nicolás Maduro e frear o avanço da Assembleia Nacional Constituinte”, denunciou o diplomata.

Segundo Moncada, para cumprir o objetivo de intervir em seu país, Mc Master se reuniu com o presidente do Congresso venezuelano, Julio Borges para traçar um plano “rápido” de “solução” para a conjuntura interna que conduziria a uma guerra civil.

Diante deste cenário, “alentado por porta-vozes da oposição venezuelana, está claro que os políticos locais não são pró-democracia, na verdade, são pró-EUA e sacrificam seu país por interesses estrangeiros”, disse o ministro.

Moncada é incisivo ao dizer que as afirmações de Mc Master vão ao encontro das declarações do almirante James Stadrivis, ex-chefe do Comando Sul, que recentemente falou sobre a necessidade se produzir “uma guerra civil iniciada pela oposição cujo objetivo é a intervenção estrangeira”.

Com isso, o diplomata diz que os EUA são o chefe do plano contra a Venezuela, mas não quer estar a frente da ação, para isso têm os governos locais, como o do Brasil que se dispôs a receber soldados norte-americanos para treinamentos na Amazônia brasileira.

Do Portal Vermelho, com AVN


 

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Publicado por em ago 8 2017. Arquivado em TÓPICO II. Você pode acompanhar quaisquer respostas a esta entrada através do RSS 2.0. Você pode deixar uma resposta, ou trackbacks a esta entrada

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