Como Moro trata os vazamentos contra Lula e Toffoli

 

 

 

Não havia nenhuma prova acompanhando a acusação. Mesmo assim, o delegado escreveu a acusação em um relatório oficial. Não houve nenhuma reação do juiz Sérgio Moro. E a defesa de Lula teve que processar o delegado em um processo de reparação de dados morais (https://goo.gl/1rCCPp).

O mesmo delegado Hill Pace incluiu o nome do Ministro Dias Tofolli, do Supremo Tribunal Federal, em outro relatório, sobre o caso Bumlai. Registrou que o nome estava no caderno de endereço e colocou todas as ressalvas devidas: o fato do nome estar lá, por si, não significava nada.

Mesmo assim, sofreu uma reprimenda pública do juiz Sérgio Moro. Em um inédito – porém explicável – ataque de garantismo, Moro foi duro:

“Apesar da ressalva, o fato é que a conclusão anterior não tem base empírica e é temerária. O fato de algum investigado possuir em sua agenda números de telefones de autoridades públicas não significa que ele tem qualquer influência sobre essa autoridade. O relatório contem afirmação leviana e que, por evidente, deve ser evitada em análises policiais que devem se resumir aos fatos constatados”.


Nota da Redação:

Como sempre, dois pesos e duas medidas que esse  juiz utiliza e que deveria ter sido afastado do inquérito da Lava-Jato, na parte do ex-presidente Lula, dada às suas perseguições a luz do dia e sem nenhuma reprimenda!

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Publicado por em nov 15 2016. Arquivado em 3. Você pode acompanhar quaisquer respostas a esta entrada através do RSS 2.0. Você pode deixar uma resposta, ou trackbacks a esta entrada

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