Netanyahu preocupado com outras resoluções do Conselho de Segurança das Nações Unidas

Nesta imagem divulgada pela ONU, os membros do Conselho de Segurança votam em 23 de dezembro de 2016, sobre uma resolução para impedir os assentamentos israelenses.
Nesta imagem divulgada pela ONU, os membros do Conselho de Segurança votam em 23 de dezembro de 2016, sobre uma resolução para impedir os assentamentos israelenses.

O primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, disse que uma próxima conferência de paz no Oriente Médio em Paris pode levar a novas resoluções anti-Israel da ONU.

“Há sinais de que eles tentarão transformar as decisões tomadas nessa decisão no Conselho de Segurança”, disse Netanyahu durante uma reunião com os embaixadores israelenses em Jerusalém Oriental, Al Quds, na terça-feira.

Em 23 de dezembro, o Conselho de Segurança da ONU aprovou a Resolução 2334, que exige o fim imediato de “todas as atividades de assentamento israelenses” nos territórios palestinos ocupados.

Ele também afirma que a construção de assentamentos por Israel “não tem validade legal e constitui uma flagrante violação ao abrigo do direito internacional”.

Em um movimento que Netanyahu chamou de “fútil”, a França planeja realizar uma conferência em 17 de janeiro com a presença de cerca de 70 países para discutir o chamado processo de paz israelense-palestino.

“Por isso, nosso principal esforço agora é evitar outra decisão da ONU, outra decisão do Conselho de Segurança”, disse ele, acrescentando que “estamos investindo um grande esforço diplomático nisso”.

A resolução foi adotada depois que a administração do presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, recusou vetá-la, revertendo a longa política de Washington de proteger Israel de medidas condenatórias no organismo mundial.

O primeiro-ministro israelense Benjamin Netanyahu gesticula durante uma reunião do partido Likud no parlamento israelense em Jerusalém Oriental, al-Quds, 2 de janeiro de 2017. (Foto da AFP)

Israel desafiou as chamadas internacionais para parar suas atividades de construção ilegal, com sua expansão de assentamentos sendo uma das principais razões por trás do colapso da última rodada das chamadas conversas de paz no Oriente Médio em 2014.

Mais de meio milhão de israelenses vivem em mais de 230 assentamentos ilegais construídos desde a ocupação israelense de 1967 dos territórios palestinos da Cisjordânia, incluindo Jerusalém Oriental al-Quds.

presstv


Nota da Redação:

Essa história parece piada em pleno século XXI…

Um país que se vangloria soberbamente de ser a única democracia no OM, faz o que bem entende em terras alheias, com desculpas de segurança!

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Publicado por em jan 4 2017. Arquivado em 1. Você pode acompanhar quaisquer respostas a esta entrada através do RSS 2.0. Você pode deixar uma resposta, ou trackbacks a esta entrada

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